terça-feira - 18 setembro 2018

AGRICULTURA: PEQUENOS AGRICULTORES ADEREM AO PROJETO FEIJÃO BIOFORTIFICADO

AGRICULTURA: PEQUENOS AGRICULTORES ADEREM AO PROJETO FEIJÃO BIOFORTIFICADO

Na manhã desta terça feira (26) técnicos da Secretaria Municipal de Agricultura (Seagri), percorreram propriedades de pequenos agricultores para acompanhar a colheita do projeto de feijão biofortificado. O projeto atende 33 famílias de agricultores em Marabá.

O projeto foi desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e há 10 anos vem sendo implantado em todo país com grande aceitação do produtor que percebeu a qualidade e o bom rendimento do produto.

Alimentos biofortificados são mais nutritivos, pois passaram por um processo de cruzamento de plantas da mesma espécie, também chamado de melhoramento genético convencional.

Em Marabá a Seagri vem fazendo testes em áreas de pequenos produtores desde o ano passado. O agricultor Janilton Simião da Silva, da chácara Nova Vida no km 21 da BR-230, sentido Itupiranga, foi um dos beneficiados com o projeto, ele recebeu 10 quilos do feijão com a responsabilidade de depois da colheita deveria disponibilizar do dobro do feijão para distribuir para outros agricultores para que possa chegar cada vez mais ao maior número de famílias atendidas.

Janilton iniciou a semana colhendo o feijão que plantou há 70 dias, segundo ele o projeto foi um desafio pois não tinha conhecimento sobre o novo produto, foi ai que entraram os técnicos da Seagri para lhe dar esse suporte, hoje ele percebe que a decisão foi acertada, pois além do feijão também se prepara para colher a batata e também o milho.

Segundo Marcos Lira da Seagri as orientações repassadas e a parceria dos agricultores são fundamentais para o sucesso do projeto. Segundo ele as sementes chegaram através de aquisição da Seagri e distribuição aos agricultores e também a mecanização das áreas ficou de responsabilidade da secretaria. Para ele o importante é o incentivo que é dado aos agricultores para na plantação e colheita, pois o produto pode vir a ser comercializado com a própria prefeitura para uso na alimentação escolar.

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