Obras: Empresas licitadas geram 1000 empregos diretos e mais de 3 mil indiretos com mão de obra local

As várias frentes de obras são verdadeiras geradoras de emprego e fomentam o comércio especializado em construção na cidade.

Por mês, as várias frentes de trabalho de infraestrutura da Prefeitura com as empresas licitadas geram cerca de mil empregos diretos, somente no setor de construção civil. Sendo que para cada emprego direto, surgem, em média, três novas vagas de trabalho indiretas. Fora isso, ainda são adquiridos materiais com fornecedores locais, movimentando ainda mais o comércio.

O engenheiro civil Fábio Cardoso Moreira, secretário municipal de Obras, destaca que apesar da pandemia, a Prefeitura está tomando todos os cuidados, bem como orientando as empresas a tomarem as mesmas precauções com seus funcionários, e ainda está conseguindo dar continuidade as obras, principalmente aproveitando o verão. “Já que existem dezenas de obras de terraplanagem e pavimentação, as reformas das escolas, postos de saúde, obras na área da cultura, do esporte, devido às contratações geram bastante empregos na grande maioria de Marabá. Às vezes têm uma função ou outra que as empresas optam em trazer de fora devido ao nível de qualificação, mas cerca de 80% ou mais da mão de obra empregada pertence à Marabá”, explica.

O secretário de Obras enumera que o fato do prefeito Tião Miranda realizar as obras em sequência e pagar em dia, são fatores que promovem movimentação intensa do comércio de Marabá. “Além da benfeitoria que a população recebe, com a obra, ou reforma da escola que seu filho estuda, por exemplo, pavimentação da sua rua, ainda faz girar o dinheiro da própria economia de Marabá, porque é empregado aqui e acaba consumindo aqui também, fazendo girar a economia do município”, sublinha o engenheiro civil.

Fábio Moreira lembra que além das mais de 100 obras em andamento no município, tanto na zona urbana, quanto rural, algumas empresas licitadas possuem mais de uma obra, no máximo três, e algumas preferem subempreitar o serviço, gerando empregos indiretos. “Acreditamos que fica na casa de 100 empresas que trabalham atualmente no setor de obras da Prefeitura, e além dos fornecedores de materiais que são locais, temos nossa equipe própria de manutenção. Compramos bastante material e ainda existem as demandas de material”, frisa o secretário de Obras.

Fábio Moreira, Secretário de Obras

NA PONTA DO LÁPIS

A título de exemplo temos a construção do muro de contenção de 1.320 metros de uma nova etapa da orla, para dar mais segurança à população do bairro Francisco Coelho durante as enchentes e ainda transformar o ponto em atração turística. Essa obra emprega diretamente 225 funcionários por meio da empresa licitada Cejen, responsável pela execução do serviço, com a previsão para entrega em 24 meses.

O pacote de pavimentação pertencente ao Lote 1, cujo empresa licitada é a Construfox, que contempla os bairros Liberdade, Jardim União, Bela Vista e Bom Planalto, também gera 53 empregos diretos, cuja previsão de entrega para população é em média de 6 meses. Além das obras citadas, a prefeitura mantém frentes de trabalho na construção de Núcleos de Educação Infantil como Residencial Magalhães, Jardim do Éden, conclusão do NEI Amapá, Vila Três Poderes, Santa Fé, Escola Estrada do Rio Preto, reforma da Escola Irmã Theodora e ainda reformas do Cine Teatro, Postos de Saúde Jaime Pinto e Maria Bico Doce, reforma e ampliação do novo espaço do Crismu (Centro de Referência em Saúde da Mulher) e dezenas de outras obras, totalizando em aproximadamente mil empregos diretos.

EMPREGADO

Empregado por uma empresa vencedora de licitação para a realização de obras de drenagem e pavimentação, Dioleno Conceiçao dos Santos, de 27 anos, voltou a trabalhar no ramo da construção civil há dois meses, quando foi contratado novamente pela empresa. Ele conta que antes estava vivendo de pequenos bicos, com esse emprego ficou muito melhor porque agora tem renda fixa todo mês.

Dioleno Conceiçao dos Santos


Fotos: Aline Nascimento

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