Saúde: Risco de dengue é considerado baixo em Marabá

Diante da obrigatoriedade do isolamento social por causa da covid-19, o Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegipty (LIRAa) do mês de maio foi proibido pelo Ministério da Saúde de ser executado. Sendo assim, a Coordenação de Endemias e Saneamento Ambiental está trabalhando com o LIRAa do mês de março, em que Marabá pontuava na posição de baixo risco para a dengue. Mesmo assim, a população deve manter as recomendações para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, visto que há dois casos suspeitos de dengue hemorrágica no município, um deles com óbito.

Segundo Amadeu Moreira, coordenador de Endemias e Saneamento Ambiental, as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya são continuadas com bloqueios estratégicos nas áreas de maior incidência de vetores (mosquitos), onde são feitas visitas nas residências e aplicação de inseticida, na forma de fumacê.

Na quarta-feira, 13 de maio, uma equipe fez o controle de larvas e pesquisa epidemiológica no bairro Laranjeiras, precisamente na rua onde um adolescente de 13 anos morreu com suspeita de dengue hemorrágica, e nas quadras próximas, para ver se há informação de mais casos da doença naquela área.

Trabalho semelhante será realizado no bairro Cidade Nova, por conta de outra ocorrência de suspeita de dengue na forma mais grave, mas sem óbito, onde também será feito o bloqueio e investigação. O coordenador de Endemias e Saneamento Ambiental, José Amadeu Moreira, reforça que para sanar o problema da dengue, o poder público precisa da contribuição das pessoas.

“A população precisa continuar fazendo a sua parte: limpando seus quintais, evitando água parada, acondicionar o lixo de maneira adequada, para prevenir, de todas as formas, a reprodução de mosquitos em suas residências”, disse.

Texto: João Batista
Foto: Leydiane Silva

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