Semel: Live de ginástica anima população durante quarentena

Desde o dia 27 de abril, muitas pessoas estão utilizando as redes sociais da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) para manter as atividades físicas em dia. O Projeto “Live de Ginástica” veio preencher o espaço ocupado pelas tradicionais aulas de ginásticas que eram realizadas pela Semel.

As aulas ocorrem às terças e quintas-feiras, com uma hora de duração, iniciando sempre às 17 horas. São ministradas pelos professores Leo Martins, Angelina Celestino e Tina Chaves. “Está muito legal. Já temos nosso público fiel”, comenta o professor da Semel, Léo Martins. Todas as aulas são transmitidas direto do ginásio da Folha 16.

Ele conta que no começo foi estranho ministrar a aula sem a presença das pessoas. “É diferente pra caramba, o que nos anima e motiva são as nossas alunas. É uma experiência nova e pensamos que tem gente acompanhando, se divertindo, brincando e focando na sua saúde. Isso que nos da a motivação”, ressalta.

As aulas costumam começar com um alongamento, seguido por um aquecimento e depois agachamento. “É essencial que se execute todos os procedimentos necessários para garantir a boa prática do exercício físico”, reforça Léo.

O que o povo mais gosta mesmo é da dança, como é possível ver nos comentários que são feitos durante a live.“Arrasou, dancei todas”, comenta o perfil no Facebook de Luciene Bezerras. “To amando”, acrescenta o perfil de Ivanir Lobo.

Léo explica que o exercício praticado em forma de dança é ótimo para manutenção da saúde, peso corporal e auxilia na prevenção de diferentes tipo de doenças. “É um exercício que faz você suar e se divertir, não se torna uma coisa chata”, pontua.

A prática de exercícios físicos durante a quarentena também é recomendada para o auxilio da manutenção da saúde mental. “Fazer alguma espécie de exercício físico, movimentar o corpo é essencial. “Cuidar do corpo, fazer meditação, corrida, limpar a casa, exercícios simples. Executar atividades que movimentem seu corpo”, complementa Charles Roosevelt, médico de saúde mental do Centro de Atendimento Psicossocial de Marabá (CAPS III).

Texto: Osvaldo Henriques
Fotos: Divulgação

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